Ela chegou contando que vestia um longo preto Versace. Toda sexy, Anitta escolheu um modelito poderoso para ir ao casamento de Fernanda Souza e Thiaguinho, nesta terça-feira, 24, em São Paulo. Ela só não contou que o modelo fazia parte de uma linha que a grife italiana criou para uma loja de departamentos brasileira. Pelo menos é o que afirmam os internautas que comentaram o modelito dacantora nas redes sociais.
Casamento Thi e Fê
Segundo eles, o vestido da Versace para a Riachuelo estaria em promoção por R$ 79,90 (o preço anterior seria de R$ 349,90). A zoeira, é claro, foi geral. “Não táfácil para ninguém”, escreveu um internauta. “Isso aí não vale nem R$ 10″, brincou outro. “Anitta comprou na promoção”, continuou um terceiro. “A crise está pegando todo mundo”, disso outro. “Econômica”, comentou mais um.
Após vídeo, homem é investigado por arrastar cão até a morte n...
A Polícia Civil do Maranhão está em fase final de investigação de um caso de violência contra um cachorro que causou revolta dos defensores de direitos dos animais.
No último domingo (22), em São Mateus do Maranhão (191 km de São Luís), duas pessoas usaram uma moto e arrastaram o animal, amarrado a uma corda, até a sua morte. A cena foi filmada por uma testemunha e teve grande repercussão nas redes sociais.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Marcos Amorim, as duas pessoas que aparecem nas imagens já foram identificadas, prestaram depoimento e reconheceram o crime.
Amorim disse que um dos acusados é pastor da Assembleia de Deus na cidade, com primeiro nome de Petrucio; enquanto outro é o do filho dele, de 18 anos.
"Eles já foram ouvidos e disseram que o cachorro estaria agonizando, com raiva e poderia morder as pessoas. A ideia era tirar de perto da casa dele. Só que, se ele quisesse fazer isso, teria de usar outros meios, não aquele", disse.
As investigações mostraram que o cachorro foi arrastado por cerca de 300 metros, entre a rua onde moram os suspeitos e a BR-135, onde o animal foi deixado sem vida.
Para concluir o TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), o delegado afirmou que deve apenas ouvir mais duas testemunhas e enviar o documento final relatando o caso à Justiça.
"Esse crime está previsto como de menor potencial ofensivo, não há inquérito. É feito esse TCO, que é remetido à Justiça. Os responsáveis foram liberados e assinaram um termo garantindo que vai comparecer aos atos processuais", explicou.
Os dois suspeitos devem ser enquadrados na lei 9.605/98, que prevê, no artigo 32, pena de três meses a um ano de prisão para quem "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais". A pena pode ser aumentada em até um terço caso a violência resulte em morte.
O UOL procurou o pastor e seu filho, mas seus telefones estavam desligados ou fora de área nesta sexta-feira (27). Os dois mantinham páginas pessoas no Facebook, mas desativaram esta semana após a repercussão do caso.
A reportagem também não conseguiu contato com responsáveis pela igreja Assembleia de Deus de São Mateus do Maranhão.
"Ele está isolado, sentindo peso na consequência. Vai ser difícil convencer ele a falar, pois ele já está sentindo o linchamento moral. Foi uma atitude impensada, que vai gerar pra ele muito maior social moral e que criminal. Soube até que ele está afastado na igreja", disse o delegado.
Revolta de entidades
O fato causou revolta nas entidades de defesa dos animais do Maranhão, que cobraram punição. Muitos citaram os gritos de dor do animal, que podem ser ouvidos na gravação divulgada na Internet.
"O pastor [e o filho] são temidos na região por serem violentos e estão ameaçando as pessoas que filmaram e demais testemunhas. Eles precisam pagar de alguma forma!!! Nem que seja para ficarem conhecidos só nas redes sociais e televisão", relatou uma integrante de movimento de defesa dos animais na internet.
Em outras páginas, fotos dos dois foram divulgadas cobrando punição. Outra postagem divulgou dados pessoais dos suspeitos.
Débora Bloch revela que já fez aborto: “Não tive nenhum arrependimento”
Débora Bloch revela que fez aborto quando tinha 20 anos (Divulgação/TV Globo)
Protagonista da próxima novela das 18 horas, “Sete Vidas”, que estreia no dia 09 de março, Débora Bloch, 51, fez uma revelação surpreendente em entrevista à edição do próximo mês da revista “Marie Claire”.
A atriz contou que fez um aborto há cerca de 31 anos. “Quando tinha uns 20 anos, engravidei sem querer de um namorado e abortei. Meu ginecologista me indicou uma clínica. Não tive nenhum arrependimento depois”, afirma.
Para a artista, é errado tratar o tema como se não existisse mesmo que às escondidas. “É hipócrita fingir que não existe porque não é legalizado, enquanto mulheres morrem em decorrência de abortos malfeitos”, explica.
Débora é mãe de Julia, 20, e Hugo, 17, frutos do casamento de 15 anos com o ex-marido, o chef de cozinha Olivier Anquier, 55.
Ciência desvenda mistério do vestido que 'muda de cor'
A imagem original do vestido: que cores você vê?
Como nossos olhos podem estar errados? Quando vemos algo claramente, falamos sobre o que vimos com certeza absoluta. Mas às vezes cometemos erros.
Azul e preto ou branco e dourado? É o frisson que vem causando a foto do vestido acima. A discussão virou um dos temas mais compartilhados nas redes sociais, em especial no Twitter, onde alcançou status de trending topic, ou assunto entre os mais comentados, no Brasil e no mundo.
"Qual é a cor desse vestido? Vejo branco e dourado. Kanye vê preto e azul, quem é o daltônico?", escreveu Kim Kardashian na rede.
Também no microblog, a ganhadora do Oscar Julianne Moore disse que via branco e dourado, mas Taylor Swift e Justin Bieber viram azul e preto.
O que diz a tecnologia
Se você enxerga o vestido branco e dourado, está simplesmente equivocado.
Pedimos à editora de fotografia do Serviço Mundial da BBC, Emma Lynch, que nos ajudasse a determinar objetivamente a cor do vestido usando um software de edição de fotos.
Ela disse que, após análise, todos os tons da cor do vestido são azuis, e não brancos. Ao aumentar a saturação - tornando as cores existentes mais fortes, mas sem acrescentar novas cores - o vestido aparece azul para todos.
Análise de computador confirma que o vestido é azul
Estes resultados são confirmados pelo uso da ferramenta de conta-gotas do software, que captura amostras de áreas específicas do tecido. Este software identifica o código de cor do computador de qualquer pixel na tela. E nesse caso também gera resultados em tons de azul.
Como tudo começou
As conclusões são confirmadas pela responsável por distribuir a imagem do vestido nas redes sociais.
Caitlin McNeill, uma escocesa de 21 anos, faz parte de uma banda de folk. Na semana passada, o grupo tocou em um casamento onde a mãe da noiva estava usando o vestido.
Caitlin contou ao site BuzzFeed News que as discordâncias sobre a cor do vestido começaram pouco antes da festa, quando a mãe da noiva compartilhou com o casal uma foto da roupa que planejava usar.
A noiva e o noivo não conseguiram chegar a um acordo sobre se o vestido na foto era azul e preto ou branco e dourado. Então postaram a imagem no Facebook. McNeill, depois, compartilhou a foto em seu Tumblr.
A história cresceu nas redes sociais e não parou mais.
McNeill disse que o vestido azul e preto é da marca Roman Originals e, embora houvesse outras opções de cores disponíveis, nenhum deles era branco e dourado.
Manipulação em computador intensifica cores e deixa claro que o vestido é azul
Por que vemos cores diferentes
De acordo com o site de tecnologia Wired.com, a chave para decifrar o enigma do vestido está na forma como os olhos e o cérebro evoluíram para ver cores na luz solar.
Como os seres humanos evoluíram para ver a luz do dia, seus cérebros começaram a levar em conta o fato de que a luz muda de cor. Os objetos têm um certo tom vermelho rosado de madrugada, mais azul-branco ao meio-dia, e voltam a ser mais avermelhadas no pôr do sol.
O cérebro tenta descontar o efeito da luz do sol (ou outra fonte de luz) para chegar a uma cor "verdadeira".
Por isso, algumas pessoas veem azul no vestido mas seus cérebros ignoram isso, atribuindo a cor azulada à fonte de luz, em vez de ao próprio vestido. Elas veem branco e dourado.
Os cérebros dos outros atribuem o azul que eles veem ao próprio vestido.
Este fenômeno existe há milhares de anos, mas há algo especial nesta foto do vestido que tornou as diferenças na forma como vemos a cor mais clara do que nunca.
Processo movido no Piauí determina que operadora suspenda temporariamente o aplicativo em todo o território nacional
TERESINA — O juiz da Central de Inquérito da Comarca de Teresina Tribunal de Justiça do Piauí, Luiz Moura Correia, determinou que a companhia de telefonia Vivo suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial o WhatsApp em todo o país.
Ele informou que o motivo da suspensão do Whatsapp em todo o Brasil não pode ser explicado porque a ação tramita em segredo de Justiça.
A empresa de telefonia Vivo foi comunicada da decisão do juiz Luiz Moura Correia em 19 de fevereiro por meio de um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.
"Suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial, em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net ewhatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net ewhatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados", determina o juiz Luiz Moura Correia.
O juiz Luiz Moura Correia diz, em sua sentença, que a empresa de telefonia deve garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multiplataforma denominada WhatsApp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional.
A Vivo ingressou com recurso na Justiça para cassar a decisão tomada pelo juiz Luiz Moura Correia em 11 de fevereiro, antes de cumpri-la.
Nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, foram protocolados na Câmara dos Deputados dois novos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
O autor é o advogado Luís Carlos Crema. A este blog ele explicou, com exclusividade:
”O primeiro pedido de impeachment, fundamentado nas provas obtidas na Operação Lava Jato, registra o cometimento de dois crimes de responsabilidade. Um, por violação à Constituição Federal e à legislação eleitoral, vez que, conforme indicam as provas colhidas nas delações premiadas, parte do dinheiro roubado da Petrobras foi utilizado para financiar a campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República em 2014”, afirmou o advogado, que continua:
"O outro crime denunciado, decorre do fato de que parcela do dinheiro roubado, desviado ao PMDB e PP, foi utilizado para comprar o apoio de partidos políticos à administração da presidente Dilma, evidenciando, assim, o crime de responsabilidade por atentar contra o livre exercício do Poder Legislativo.
O segundo pedido de impeachment denuncia a improbidade administrativa da presidente Dilma, por negligenciar e permanecer inerte frente aos crimes cometidos na Petrobras que geraram prejuízo estimado de R$ 88,6 milhões, conforme revelado pela presidente do Conselho de Administração, Graça Foster. A denúncia também identifica crime de responsabilidade de Dilma, pela negligência na conservação do patrimônio da Petrobras e por atentar contra a segurança interna do país, ao permitir a infração de lei federal”.
A 21 de outubro do ano passado Crema já havia protocolado junto à Câmara o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. E também duas outras ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral, uma, requerendo o fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e, outra, o afastamento da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, das Eleições de 2014.
A 23 de outubro, também de 2014, Crema havia ajuizado outro: sobre as provas que estão sendo obtidas pela Justiça Federal sobre o esquema para desviar recursos da Petrobras com o objetivo de financiar partidos políticos – PT, PMDB e PP – bem assim para custear a campanha à Presidência da República de 2010 da presidenta Dilma Rousseff.
Segundo Crema, as denúncias fundavam-se no fato da presidenta da República subordinar e submeter a sua administração, diga-se, a da República Federativa do Brasil, a interesses de entidade e governos estrangeiros, notadamente, ” à entidade denominada Foro de São Paulo e aos governos de países ditos ‘revolucionários’ da América Latina”.
Mas, diz ele, agora os fatos avançaram muito mais para que se ajuízem novas ações contra Dilma
Thammy Miranda e Marco Feliciano discutem em gravação do SBT
Val Marchiori comenta briga que aconteceu em um quadro do “Programa Raul Gil” (AgNews e Reprodução/Instagram)
Val Marchiori, 40, comentou em seu blog sobre a discussão que aconteceu entre Thammy Miranda, 32, e o deputado federal Marco Feliciano, 42, durante a gravação do quadro no qual ambas fazem parte, o "Elas Querem Saber".
Sabatinado por Thammy, Val, Penélope Nova, 41, e Lydia Sayeg, 47, na atração de Raul Gil, 77, no SBT, o pastor causou polêmica ao chamar a filha de Gretchen, 55, de "anta". De acordo com Val, a entrevista teve que ser interrompida pois Thammy “partiu para cima” do político.
"Thammy foi a protagonista da gravação de ontem com o Feliciano. Teve discussão, xingamento, microfone cortado e muita polêmica! Se teve discussão, foi pelas ideias, nada de baixaria! Mas posso dizer que foi quente, com aquele foguinho que fica no telão atrás do convidado durante o tempo todo da gravação”, adiantou Val.
A loira também comentou que o clima pesou quando o assunto foi a homossexualidade. “Feliciano acredita na cura gay, é contra o casamento homossexual, e tudo mais. E Thammy, claro, é contra essas ideias! Assim como eu e a Penélope. Como em 2015, a gente tenha que discutir coisas como essas? O clima foi ficando tenso, até que o deputado chamou Thammy de anta e ela quase foi pra cima! O Raulzinho, nosso diretor, teve que cortar o microfone dele, e tentar acalmar os ânimos. Mas Thammy não quis saber, disse que se o Feliciano não deixava fazer as perguntas que queria, preferia sair do palco. E saiu”, escreveu ela.
Val ainda elogiou a postura de Thammy na entrevista com o deputado federal. “Gostei da firmeza de Thammy. Ficou tão quente o clima, que nem eu nem Penélope conseguíamos falar muito. Outro momento tenso foi quando ele contou que sofria muito preconceito, ele e sua família, por ser de origem pobre, por ser pastor e tudo mais. Thammy, na hora, começou a falar: ‘Bem feito! Tem que sofrer mesmo! Aqui se faz, aqui se paga’”, explicou a socialite.
Idosa de 73 anos é presa com cocaína e se defende: "Pensei que fosse polvilho"
Ela acusa o filho de ser o dono da droga
Dirce Cavalcante, de 73 anos, foi presa acusada de trafico de drogas Dirce Cavalcante, de 73 anos, foi presa acusada de trafico de drogas. Na casa da idosa, funcionava um laboratório de refino e distribuição de drogas, e a polícia apreendeu 25 quilos de cocaína, que ela afirmou ser do filho, e que pensou que o pó fosse polvilho. O filho da senhora fugiu e ainda não foi localizado.
São Paulo -- Há óbvias vantagens em ler um livro num smartphone, tablet ou e-reader em vez de lê-lo no papel. No livro digital, é fácil buscar uma palavra qualquer ou consultar seu significado num dicionário, por exemplo.
Um e-reader que pesa apenas 200 gramas pode conter milhares de livros digitais que seriam pesados e volumosos se fossem de papel. Além disso, um e-book é geralmente mais barato que seu equivalente impresso.
Mas a linguista americana Naomi Baron descobriu que ler e escrever no papel é quase sempre melhor para o cérebro.
Naomi estudou os hábitos de leitura de 300 estudantes universitários em quatro países – Estados Unidos, Alemanha, Japão e Eslováquia. Ela reuniu seus achados no livro “Words Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World” (“Palavras na Tela: O Destino da Leitura num Mundo Digital” – ainda sem edição em português).
92% desses estudantes dizem que é mais fácil se concentrar na leitura ao manusear um livro de papel do que ao ler um livro digital.
Naomi detalha, numa entrevista ao site New Republic, o que os estudantes disseram sobre a leitura em dispositivos digitais: “A primeira coisa que eles dizem é que se distraem mais facilmente, são levados a outras coisas. A segunda é que há cansaço visual, dor de cabeça e desconforto físico.”
Esta última reclamação parece se referir principalmente à leitura em tablets e smartphones, já que os e-readers são geralmente mais amigáveis aos olhos.
Segundo Naomi, embora a sensação subjetiva dos estudantes seja de que aprendem menos em livros digitais, testes não confirmam isso: “Se você aplica testes padronizados de compreensão de passagens no texto, os resultados são maios ou menos os mesmos na tela ou na página impressa”, disse ela ao New Republic.
Mas há benefícios observáveis da leitura no papel. Quem lê um livro impresso, diz ela, tende a se dedicar à leitura de forma mais contínua e por mais tempo. Além disso, tem mais chances de reler o texto depois de tê-lo concluído.
Escrever faz bem
Uma descoberta um pouco mais surpreendente é que escrever no papel – um hábito cada vez menos comum – também traz benefícios. Naomi cita um estudofeito em 2012 na Universidade de Indiana com crianças em fase de alfabetização.
Os pesquisadores de Indiana descobriram que crianças que escrevem as letras no papel têm seus cérebros ativados de forma mais intensa do que aquelas que digitam letras num computador usando um teclado. Como consequência, o aprendizado é mais rápido para aquelas que escrevem no papel.
Globo volta a ofender evangélicos com “Galinha Convertidinha”
Programas humorísticos gostam de usar a religião para provocar os telespectadores, pelo menos é assim que se comporta o programa Tá no Ar: a TV na TV, da Rede Globo. A atração de Marcelo Adnet, Marcio Melhem e Mauricio Farias extrapolaram os limites do humor com o episódio da última quinta-feira (19) quando mostraram a “Galinha Convertidinha”.
A esquete mostrava um comercial de um DVD infantil, o locutor dizia que a personagem traria “os melhores louvores infantis, ela vai trazer a palavra até a sua casa” e apresenta os personagens que fazem parte do projeto.
A Galinha Convertidinha foi um verdadeiro deboche com os evangélicos, a personagem usava saia, camisa, óculos e um coque e cantava uma canção infantil com as frases “Ir pro inferno é fogo/ A Verdade é Universal/ Cuidado com a Hora/ do Juízo Final”.
Em pontos do programa a crítica se estende aos pastores quando aparece o personagem “Cãozinho Pastor”, um cachorro pastor alemão vestido de terno e gravata e o jingle diz “Meu pastor é animadinho/ Canta e Dança de Montão/ De Montão/ Quando quer mais dinheirinho/ Compra um horário na televisão”.
Outro personagem é a “Ovelhinha de Jesus” e o jingle diz “Joaquim tava incorporado/ Recebeu um santo/ Credo, tá amarrado!/ Foi meu pastor que disse assim/ Fora desse corpo seu exu mirim”.
Para o colunista Ricardo Feltrin o programa da Globo foi realmente um deboche. “Nunca um programa da emissora debochou tanto de religiões e, especialmente, da figura dos evangélicos e seus pastores”, disse o jornalista em sua coluna Ooops.
Feltrin analisa que o programa usou um tom muito mais forte do que os episódios antigos da atração que já falou contra católicos e umbandistas. “A diferença, porém, está no tom, que dessa vez foi bem mais aberto (ou mais pesado). Se for para romper limites, a pergunta é se haverá, adiante, ironias tão fortes a respeito do padre Marcelo, um velho parceiro da Globo, ou mesmo sobre os sempre articulados judeus”, escreveu.
Globo volta a ofender evangélicos com “Galinha Convertidinha”
O desejo foi apresentado durante o programa Tá no Ar: a TV na TV
Globo ofende evangélicos com "Galinha Convertidinha"
Programas humorísticos gostam de usar a religião para provocar os telespectadores, pelo menos é assim que se comporta o programa Tá no Ar: a TV na TV, da Rede Globo. A atração de Marcelo Adnet, Marcio Melhem e Mauricio Farias extrapolaram os limites do humor com o episódio da última quinta-feira (19) quando mostraram a “Galinha Convertidinha”.
A esquete mostrava um comercial de um DVD infantil, o locutor dizia que a personagem traria “os melhores louvores infantis, ela vai trazer a palavra até a sua casa” e apresenta os personagens que fazem parte do projeto.
A Galinha Convertidinha foi um verdadeiro deboche com os evangélicos, a personagem usava saia, camisa, óculos e um coque e cantava uma canção infantil com as frases “Ir pro inferno é fogo/ A Verdade é Universal/ Cuidado com a Hora/ do Juízo Final”.
Em pontos do programa a crítica se estende aos pastores quando aparece o personagem “Cãozinho Pastor”, um cachorro pastor alemão vestido de terno e gravata e o jingle diz “Meu pastor é animadinho/ Canta e Dança de Montão/ De Montão/ Quando quer mais dinheirinho/ Compra um horário na televisão”.
Outro personagem é a “Ovelhinha de Jesus” e o jingle diz “Joaquim tava incorporado/ Recebeu um santo/ Credo, tá amarrado!/ Foi meu pastor que disse assim/ Fora desse corpo seu exu mirim”.
Para o colunista Ricardo Feltrin o programa da Globo foi realmente um deboche. “Nunca um programa da emissora debochou tanto de religiões e, especialmente, da figura dos evangélicos e seus pastores”, disse o jornalista em sua coluna Ooops.
Feltrin analisa que o programa usou um tom muito mais forte do que os episódios antigos da atração que já falou contra católicos e umbandistas. “A diferença, porém, está no tom, que dessa vez foi bem mais aberto (ou mais pesado). Se for para romper limites, a pergunta é se haverá, adiante, ironias tão fortes a respeito do padre Marcelo, um velho parceiro da Globo, ou mesmo sobre os sempre articulados judeus”, escreveu.
Globo ofende evangélicos com "Galinha Convertidinha"
Programas humorísticos gostam de usar a religião para provocar os telespectadores, pelo menos é assim que se comporta o programa Tá no Ar: a TV na TV, da Rede Globo. A atração de Marcelo Adnet, Marcio Melhem e Mauricio Farias extrapolaram os limites do humor com o episódio da última quinta-feira (19) quando mostraram a “Galinha Convertidinha”.
A esquete mostrava um comercial de um DVD infantil, o locutor dizia que a personagem traria “os melhores louvores infantis, ela vai trazer a palavra até a sua casa” e apresenta os personagens que fazem parte do projeto.
A Galinha Convertidinha foi um verdadeiro deboche com os evangélicos, a personagem usava saia, camisa, óculos e um coque e cantava uma canção infantil com as frases “Ir pro inferno é fogo/ A Verdade é Universal/ Cuidado com a Hora/ do Juízo Final”.
Em pontos do programa a crítica se estende aos pastores quando aparece o personagem “Cãozinho Pastor”, um cachorro pastor alemão vestido de terno e gravata e o jingle diz “Meu pastor é animadinho/ Canta e Dança de Montão/ De Montão/ Quando quer mais dinheirinho/ Compra um horário na televisão”.
Outro personagem é a “Ovelhinha de Jesus” e o jingle diz “Joaquim tava incorporado/ Recebeu um santo/ Credo, tá amarrado!/ Foi meu pastor que disse assim/ Fora desse corpo seu exu mirim”.
Para o colunista Ricardo Feltrin o programa da Globo foi realmente um deboche. “Nunca um programa da emissora debochou tanto de religiões e, especialmente, da figura dos evangélicos e seus pastores”, disse o jornalista em sua coluna Ooops.
Feltrin analisa que o programa usou um tom muito mais forte do que os episódios antigos da atração que já falou contra católicos e umbandistas. “A diferença, porém, está no tom, que dessa vez foi bem mais aberto (ou mais pesado). Se for para romper limites, a pergunta é se haverá, adiante, ironias tão fortes a respeito do padre Marcelo, um velho parceiro da Globo, ou mesmo sobre os sempre articulados judeus”, escreveu.